19/03/13 Mulheres: menos indenizações por acidentes

Mesmo nos dias de hoje, ainda há preconceito em relação a mulheres no volante. Mas, ao contrário dos comentários maldosos, os números mostram que a situação não é bem assim. De acordo com estudo realizado pela Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), no Brasil, das 500 mil indenizações pagas em 2012, somente 23% se direcionaram a elas.

Deste montante, apenas 34% das indenizações por morte e invalides permanente foram destinados a motoristas. O restante (66%) ficou com as mulheres que se encontravam na condição de pedestres ou passageiras.

Ainda de acordo com o estudo, a maior incidência de indenizações de morte de mulheres ficou na faixa etária de 45 a 64 anos. "Embora as mulheres representem um número menor de mortes comparado aos homens, o envolvimento em acidentes não deixa de preocupar", diz Ricardo Xavier, o diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT.

PERFIL

De acordo com o Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária), com base nas informações contidas no relatório CET/SP 2011, os acidentes fatais (em São Paulo) ocorrem na maioria com pessoas entre 20 a 29 anos - foram 370 vitimas fatais no período. "Considerando todas as faixas etárias em todos os tipos de acidentes as pessoas do sexo masculino compõem 81,5% das mortes. As mulheres são 18,5%", relata André Horta, especialista em Segurança Vária do Cesvi.

TIPOS DE COLISÃO

O gerente de consultoria do Cepa Safe Drive, Dennys Riper, afirma que a colisão traseira é uma das mais comuns no trânsito do dia a dia, tanto cometida por homens quanto por mulheres, e "a maioria acontece nas vias urbanas rápidas das grandes cidades, onde o trânsito é intenso e normalmente é permitida uma velocidade acima de 80 Km/h."

Dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) apontam que dos 56,7 milhões de motoristas registrados no País até 2008, 16,3 milhões eram do sexo feminino, ou seja, as mulheres representam 34% do total.

MEDIDAS

Com tanta gente nas ruas, os acidentes são inevitáveis, porém, "existem diversas medidas que podem minimizar essa epidemia, entre elas a intensificação de campanhas educativas de trânsito e mais fiscalização da Lei Seca", enfatiza Xavier.

Fonte: http://www.dgabc.com.br/News

Em 19/03/2013

O Cesvi aponta que dentre as inúmeras ações que podem contribuir para equalizar esta situação a mais importante é a adoção de um plano nacional de segurança viária que defina objetivos, metas e prazos factíveis, mas ambiciosos. Este instrumento é considerado pela ONU como a pedra fundamental para alterar esse quadro e atingir a meta proposta pela organização em reduzir em 50% a quantidade de vítimas fatais em acidentes de trânsito no período 2011 a 2020, conhecido como Década de Segurança Viária.O Relatório de Desenvolvimento Humano, divulgado pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, órgão da ONU), destaca que o Brasil e outros países emergentes passaram a ser donos de marcas globais "veneradas" e isso deve impulsionar sua economia. O documento cita diretamente a compra da americana Swift pela brasileira JBS Friboi, como estratégia para incorporar a concorrência e entrar no mercado dos EUA. A compra da Swift foi feita em 2007, mas há outros casos mais recentes, como a fabricante do ketchup Heinz, a cerveja Budweiser e a rede de fast food Burger King, todos ícones americanos. O órgão da ONU mostra como os países emergentes avançaram sobre essas marcas globais. Considerando a lista da revista "Fortune" das 500 maiores empresas do mundo, três delas eram brasileiras, cinco da Índia e 16 da China. Apenas cinco anos depois, em 2011, houve um salto: o Brasil tinha sete empresas na lista, a Índia oito e a China 61. Segundo o Pnud "o Sul (países emergentes) estão se tornando globais graças a fusões e aquisições. A compra de marcas veneradas do Norte (países ricos) por companhias de países emergentes é um marco da ascensão do Sul". Entre os vários exemplos, o relatório cita a compra da divisão de notebooks da IBM pela empresa chinesa Lenovo em 2005. Também lembra a venda da marca sueca de carros Volvo para a chinesa Zhejiang Geely em 2010. Em 2008, o grupo indiano Tata comprou a Jaguar Land Rover. Em 2011, uma empresa turca adquiriu a fabricante belga de chocolates Godiva. O Pnud avalia que essas aquisições de ícones nacionais por empresas estrangeiras "são frequentemetne interpretadas em termos patrióticos", mas defende que os resultados são importantes para a economia. Segundo o relatório, não se sabe a lucratividade e o ganho de valor é certo em curto prazo, mas "em longo prazo, os motivos estratégicos parecem indicar que são adquiridos conhecimento, talentos e competências que ajudarão as companhias a se expandir no mercado e doméstico". Para o Pnud, a compra dessas empresas ensina os países emergentes a lidar em mercados maduros, dá ganhos tecnológicos e permite melhorar as operações.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2013/03/14/onu-diz-que-compra-de-marcas-veneradas-ajuda-economia-do-brasil.jhtmO Relatório de Desenvolvimento Humano, divulgado pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, órgão da ONU), destaca que o Brasil e outros países emergentes passaram a ser donos de marcas globais "veneradas" e isso deve impulsionar sua economia. O documento cita diretamente a compra da americana Swift pela brasileira JBS Friboi, como estratégia para incorporar a concorrência e entrar no mercado dos EUA. A compra da Swift foi feita em 2007, mas há outros casos mais recentes, como a fabricante do ketchup Heinz, a cerveja Budweiser e a rede de fast food Burger King, todos ícones americanos. O órgão da ONU mostra como os países emergentes avançaram sobre essas marcas globais. Considerando a lista da revista "Fortune" das 500 maiores empresas do mundo, três delas eram brasileiras, cinco da Índia e 16 da China. Apenas cinco anos depois, em 2011, houve um salto: o Brasil tinha sete empresas na lista, a Índia oito e a China 61. Segundo o Pnud "o Sul (países emergentes) estão se tornando globais graças a fusões e aquisições. A compra de marcas veneradas do Norte (países ricos) por companhias de países emergentes é um marco da ascensão do Sul". Entre os vários exemplos, o relatório cita a compra da divisão de notebooks da IBM pela empresa chinesa Lenovo em 2005. Também lembra a venda da marca sueca de carros Volvo para a chinesa Zhejiang Geely em 2010. Em 2008, o grupo indiano Tata comprou a Jaguar Land Rover. Em 2011, uma empresa turca adquiriu a fabricante belga de chocolates Godiva. O Pnud avalia que essas aquisições de ícones nacionais por empresas estrangeiras "são frequentemetne interpretadas em termos patrióticos", mas defende que os resultados são importantes para a economia. Segundo o relatório, não se sabe a lucratividade e o ganho de valor é certo em curto prazo, mas "em longo prazo, os motivos estratégicos parecem indicar que são adquiridos conhecimento, talentos e competências que ajudarão as companhias a se expandir no mercado e doméstico". Para o Pnud, a compra dessas empresas ensina os países emergentes a lidar em mercados maduros, dá ganhos tecnológicos e permite melhorar as operações.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2013/03/14/onu-diz-que-compra-de-marcas-veneradas-ajuda-economia-do-brasil.jhtmO Relatório de Desenvolvimento Humano, divulgado pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, órgão da ONU), destaca que o Brasil e outros países emergentes passaram a ser donos de marcas globais "veneradas" e isso deve impulsionar sua economia. O documento cita diretamente a compra da americana Swift pela brasileira JBS Friboi, como estratégia para incorporar a concorrência e entrar no mercado dos EUA. A compra da Swift foi feita em 2007, mas há outros casos mais recentes, como a fabricante do ketchup Heinz, a cerveja Budweiser e a rede de fast food Burger King, todos ícones americanos. O órgão da ONU mostra como os países emergentes avançaram sobre essas marcas globais. Considerando a lista da revista "Fortune" das 500 maiores empresas do mundo, três delas eram brasileiras, cinco da Índia e 16 da China. Apenas cinco anos depois, em 2011, houve um salto: o Brasil tinha sete empresas na lista, a Índia oito e a China 61. Segundo o Pnud "o Sul (países emergentes) estão se tornando globais graças a fusões e aquisições. A compra de marcas veneradas do Norte (países ricos) por companhias de países emergentes é um marco da ascensão do Sul". Entre os vários exemplos, o relatório cita a compra da divisão de notebooks da IBM pela empresa chinesa Lenovo em 2005. Também lembra a venda da marca sueca de carros Volvo para a chinesa Zhejiang Geely em 2010. Em 2008, o grupo indiano Tata comprou a Jaguar Land Rover. Em 2011, uma empresa turca adquiriu a fabricante belga de chocolates Godiva. O Pnud avalia que essas aquisições de ícones nacionais por empresas estrangeiras "são frequentemetne interpretadas em termos patrióticos", mas defende que os resultados são importantes para a economia. Segundo o relatório, não se sabe a lucratividade e o ganho de valor é certo em curto prazo, mas "em longo prazo, os motivos estratégicos parecem indicar que são adquiridos conhecimento, talentos e competências que ajudarão as companhias a se expandir no mercado e doméstico". Para o Pnud, a compra dessas empresas ensina os países emergentes a lidar em mercados maduros, dá ganhos tecnológicos e permite melhorar as operações.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2013/03/14/onu-diz-que-compra-de-marcas-veneradas-ajuda-economia-do-brasil.jhtmO Relatório de Desenvolvimento Humano, divulgado pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, órgão da ONU), destaca que o Brasil e outros países emergentes passaram a ser donos de marcas globais "veneradas" e isso deve impulsionar sua economia. O documento cita diretamente a compra da americana Swift pela brasileira JBS Friboi, como estratégia para incorporar a concorrência e entrar no mercado dos EUA. A compra da Swift foi feita em 2007, mas há outros casos mais recentes, como a fabricante do ketchup Heinz, a cerveja Budweiser e a rede de fast food Burger King, todos ícones americanos. O órgão da ONU mostra como os países emergentes avançaram sobre essas marcas globais. Considerando a lista da revista "Fortune" das 500 maiores empresas do mundo, três delas eram brasileiras, cinco da Índia e 16 da China. Apenas cinco anos depois, em 2011, houve um salto: o Brasil tinha sete empresas na lista, a Índia oito e a China 61. Segundo o Pnud "o Sul (países emergentes) estão se tornando globais graças a fusões e aquisições. A compra de marcas veneradas do Norte (países ricos) por companhias de países emergentes é um marco da ascensão do Sul". Entre os vários exemplos, o relatório cita a compra da divisão de notebooks da IBM pela empresa chinesa Lenovo em 2005. Também lembra a venda da marca sueca de carros Volvo para a chinesa Zhejiang Geely em 2010. Em 2008, o grupo indiano Tata comprou a Jaguar Land Rover. Em 2011, uma empresa turca adquiriu a fabricante belga de chocolates Godiva. O Pnud avalia que essas aquisições de ícones nacionais por empresas estrangeiras "são frequentemetne interpretadas em termos patrióticos", mas defende que os resultados são importantes para a economia. Segundo o relatório, não se sabe a lucratividade e o ganho de valor é certo em curto prazo, mas "em longo prazo, os motivos estratégicos parecem indicar que são adquiridos conhecimento, talentos e competências que ajudarão as companhias a se expandir no mercado e doméstico". Para o Pnud, a compra dessas empresas ensina os países emergentes a lidar em mercados maduros, dá ganhos tecnológicos e permite melhorar as operações.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2013/03/14/onu-diz-que-compra-de-marcas-veneradas-ajuda-economia-do-brasil.jhtmO Relatório de Desenvolvimento Humano, divulgado pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, órgão da ONU), destaca que o Brasil e outros países emergentes passaram a ser donos de marcas globais "veneradas" e isso deve impulsionar sua economia. O documento cita diretamente a compra da americana Swift pela brasileira JBS Friboi, como estratégia para incorporar a concorrência e entrar no mercado dos EUA. A compra da Swift foi feita em 2007, mas há outros casos mais recentes, como a fabricante do ketchup Heinz, a cerveja Budweiser e a rede de fast food Burger King, todos ícones americanos. O órgão da ONU mostra como os países emergentes avançaram sobre essas marcas globais. Considerando a lista da revista "Fortune" das 500 maiores empresas do mundo, três delas eram brasileiras, cinco da Índia e 16 da China. Apenas cinco anos depois, em 2011, houve um salto: o Brasil tinha sete empresas na lista, a Índia oito e a China 61. Segundo o Pnud "o Sul (países emergentes) estão se tornando globais graças a fusões e aquisições. A compra de marcas veneradas do Norte (países ricos) por companhias de países emergentes é um marco da ascensão do Sul". Entre os vários exemplos, o relatório cita a compra da divisão de notebooks da IBM pela empresa chinesa Lenovo em 2005. Também lembra a venda da marca sueca de carros Volvo para a chinesa Zhejiang Geely em 2010. Em 2008, o grupo indiano Tata comprou a Jaguar Land Rover. Em 2011, uma empresa turca adquiriu a fabricante belga de chocolates Godiva. O Pnud avalia que essas aquisições de ícones nacionais por empresas estrangeiras "são frequentemetne interpretadas em termos patrióticos", mas defende que os resultados são importantes para a economia. Segundo o relatório, não se sabe a lucratividade e o ganho de valor é certo em curto prazo, mas "em longo prazo, os motivos estratégicos parecem indicar que são adquiridos conhecimento, talentos e competências que ajudarão as companhias a se expandir no mercado e doméstico". Para o Pnud, a compra dessas empresas ensina os países emergentes a lidar em mercados maduros, dá ganhos tecnológicos e permite melhorar as operações.
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